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Direito Processual Civil

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Coisa julgada e preclusões dinâmicas - 2a edição (2014)

  • Páginas: 626
  • Edição: 2a
  • Ano: 2014
  • ISBN: 978-85-7761-735-7
  • Dimensões: 16x23cm
  • Acabamento: Brochura
  • ID: 1268

Descrição

Nem toda indiferença ao êxito alheio é virtude, nem toda inveja é má.

Eu mesmo invejo o sucesso de outra pessoa, o que não me impede de aplaudi-lo. A inveja não é inimiga da admiração sincera; aliás, normalmente a segunda chega ao lado da primeira. A inveja pode ser um eficiente combustível para transformações importantes em nossas vidas. Nada obstante se reconheça a existência da não rara inveja perniciosa, daninha, mesquinha, não é dela que cuidarei neste prefácio.

Há a inveja daquilo que você jamais poderia fazer. A inveja de um grande atleta olímpico, Casanova, poeta, músico, pintor, poliglota ou mágico – no meu caso, acrescento a inveja de quem domina o direito previdenciário. A inveja neste caso, sendo boa, é pura admiração, redobrada com a constatação, humilde e tranquila, de que o outro possui um talento que você não possui. Você não teria como produzir a obra ou atingir aquele feito. A inveja transforma-se em encantamento.

Este foi o meu sentimento quando tive contato com a tese de doutoramento do meu amigo Antonio do Passo Cabral. Inveja boa, acompanhada da certeza de que se trata de uma tese que eu não teria condições de ter produzido – e que o fato de meu amigo ter sido o responsável por ela é a melhor coisa que poderia ter acontecido.

Este livro que ora prefacio é um acontecimento, um marco, uma efeméride, sei lá!, na evolução da ciência do processo civil brasileiro.

Trata-se de um trabalho que, a um só tempo, traz grandes subsídios para uma reconstrução da Teoria Geral do Processo, com a revisão de conceitos tradicionais como os de preclusão e coisa julgada, assim como fornece suporte dogmático para a revisão da interpretação que costuma ser dada aos enunciados normativos do direito brasileiro relacionados ao tema.

É, assim, revolucionário em duas frentes: na Analítica Processual e na Dogmática Processual.

Cabral é genial. Sem hipérboles, inoportunas e desnecessárias, já é um dos maiores processualistas brasileiros. Além disso, já é um dos processualistas brasileiros mais conhecidos no mundo – talvez um dos cinco mais conhecidos.

Não sei por que Cabral me escolheu para prefaciar o seu livro – certamente, a amizade contou muito. Mas fui escolhido e agora entrei para a história: sempre que alguém for estudar este livro – e não serão poucos – no mínimo verão o nome do prefaciador. Estar ao lado desta obra, ainda que como mero apresentador, não é pouca coisa.

É honra imensa e imerecida. Agradeço-lhe, meu amigo Cabral, penhoradamente.

Fredie Didier Jr.
Professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia (graduação, mestrado e doutorado). Coordenador do curso de graduação da Faculdade Baiana de Direito, Membro da Associação Internacional de Direito Processual (IAPL), do Instituto Iberoamericano de Direito Processual, do Instituto Brasileiro de Direito Processual e da Associação Norte e Nordeste de Professores de Processo. Mestre (UFBA), Doutor (PUC/SP), Livre-docente (USP) e Pós-doutorado (Universidade de Lisboa). Advogado e consultor jurídico. www.frediedidier.com.br / facebook.com/FredieDidierJr

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Rio de Janeiro - RJ

20/07/2016

Ótimo

O livro aborda com muita clareza a questão da estabilização das decisões judiciais e da julgada

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