Essa obra discute as transformações de temas relevantes provocadas pela virada tecnológica!
Tem o selo do Conselho de Direito Digital, Transformação e Novas Tecnologias, composto por grandes autores envolvidos nas discussões relacionadas a transformação digital.
ARTIGOS:
• Inteligência Artificial na Segurança Pública e na Justiça Criminal: Premissas, Limites e Método Higor Vinicius Nogueira Jorge
• Otimizando a Investigação Criminal com IA Patrícia Soares Godoy
• IA no Processo Judicial William Lima Rocha
• Desafios Éticos e Legais da IA na Justiça William Lima Rocha
• Inteligência Artificial e a Proteção de Dados no Contexto da Segurança Pública e da Persecução Criminal Marcos Vinícius Alves e Silva Filho
• Treinamento e Viés em Sistemas de IA Ilício Francisco Júnior e Valéria Cheque Granato
• A Inteligência Artificial Aplicada à Lavratura de Autos de Prisão em Flagrante Sérgio Bautzer
• O Futuro da Inteligência Artificial na Segurança Pública e Justiça: Desafios e Oportunidades Denize dos Santos Ortiz e Ellen Thays Brandão
• Preparando-Se para era da Inteligência Artificial Joaquim Leitão Júnior e Pedro Henrique Gomes Alonso
• A Inteligência Artificial e a Segurança Pública nas Cidades Inteligentes: Desafios e Oportunidades Kássia Regina Poersch e Ricardo Magno Teixeira Fonseca
• A Necessidade de Proteção de Dados do Usuário das Plataformas Digitais Antonio Carlos Munuera Silveira
• IA Aplicada à Inteligência Policial e à OSINT: Análise de Redes, Triangulação e Limites Jurídicos Higor Vinicius Nogueira Jorge
POR QUE ESCOLHER O LIVRO “INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA SEGURANÇA PÚBLICA E JUSTIÇA CRIMINAL”?
Há um intervalo curto, em toda transformação tecnológica relevante, entre o momento em que a ferramenta chega às mãos da instituição e o momento em que a instituição percebe que a ferramenta também a transforma. Esse intervalo é, em geral, o tempo em que se decide se a inovação trabalhará a favor do método ou contra ele. A inteligência artificial, na segurança pública e na justiça criminal, vive exatamente esse intervalo. Há entusiasmo, há cautela, há discursos competindo pela palavra final, e há, sobretudo, decisões concretas sendo tomadas todos os dias por delegados, juízes, promotores, peritos e analistas — decisões que afetam liberdade, patrimônio, intimidade e reputação de cidadãos reais.
Esta obra nasce dessa percepção. Ela parte da premissa de que a tecnologia não é, por si só, uma promessa nem uma ameaça: é um instrumento cuja legitimidade depende do método que disciplina sua utilização e do regime jurídico que a circunscreve.
O leitor encontrará doze capítulos que se complementam.
A intenção não foi reunir textos sobre um mesmo assunto, mas construir, a várias mãos, um itinerário de leitura coerente Procuram, em vez disso, oferecer ao leitor um conjunto de bases sólidas para que ele faça, no seu próprio cotidiano profissional, as escolhas que cabem a quem decide, assina e responde.
Que esta obra seja útil aos delegados, aos magistrados, aos membros do Ministério Público, aos defensores, aos peritos, aos analistas e aos estudantes que se preparam para essas carreiras. E que sirva, sobretudo, ao propósito que a anima desde a primeira linha: aliar a inovação tecnológica ao respeito intransigente aos direitos fundamentais, para que a justiça criminal brasileira continue, no século XXI, a ser uma justiça digna do nome.
Autor e coordenador de dezenas de obras jurídicas publicadas pela Editora Juspodivm.
Delegado de Polícia (Polícia Civil do Estado de São Paulo).
Professor concursado da Academia de Polícia (Acadepol/SP).
Mestre em Educação pela Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul (UEMS).
Graduado em Direito pelo Centro Universitário Toledo de Araçatuba (UniToledo/SP).
Possui pós-graduação em Polícia Comunitária (Unisul), Repressão e Prevenção à Corrupção (Faculdade Estácio), VANTs e Drones: Legislação, Planejamento e Aplicações (Uniminas), Cybercrime e Cybersecurity: Prevenção e Investigação de Crimes Digitais (Uniminas) e Investigação Digital (WB Educação).
É titular da Cadeira nº 30 da Academia de Ciências, Artes e Letras dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo e Diretor de Relações Institucionais da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (gestão 2024-2026).
É membro da Associação Internacional de Informática Forense (ASIIF) e da Associação Internacional de Investigação de Crimes de Alta Tecnologia (HTCIA), atuando como docente em programas de pós-graduação e em formações especializadas voltadas à inteligência cibernética e à investigação criminal tecnológica, incluindo participações em ações formativas no âmbito do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).
Entre 2017 e 2025, foi reconhecido, em nove edições consecutivas, na categoria “Jurídica”, entre os “Melhores Delegados de Polícia do Brasil”, segundo o Portal Nacional dos Delegados & Revista da Defesa Social.
Em 2015, criou a disciplina Investigação Criminal Tecnológica, de enfoque prático, para integrar tecnologia e metodologia policial na produção de prova em qualquer tipo de crime, com competências em OSINT, geointeligência, análise de dados, rastreamento digital, reconstrução de trajetórias, gestão de evidências e IA responsável, com foco em rastreabilidade e robustez probatória.
Site: www.higorjorge.com.br
Lattes: lattes.cnpq.br/7040686244829651
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