ABORDA: • Identidade Étnico-Racial e Racismo No Brasil • Ações Afirmativas e Políticas De Cotas Étnico-Raciais • Fundamentos das Cotas Étnico-Raciais • Destinatários(as) das Cotas Étnico-Raciais • Controle das Cotas Étnico-Raciais • Autodeclaração e Heteroidentificação Étnico-Raciais • Obstáculos Institucionais às Cotas Para Pessoas Negras • Regulamentação da Heteroidentificação • Funções da Comissão de Heteroidentificação • Responsabilidade Institucional pela Heteroidentificação • Regulamentação Editalícia da Heteroidentificação • Princípios Aplicáveis à Heteroidentificação Étnico-Racial • Análise Fenotípica como Critério da Heteroidentificação • Critérios e Procedimentos Indevidos de Heteroidentificação • Procedimento de Heteroidentificação Étnico-Racial • Motivação das Decisões Da Comissão • Fase de Recursos À Heteroidentificação • Fraudes à Heteroidentificação e Suas Consequências • Controle Judicial da Heteroidentificação
POR QUE ESCOLHER O LIVRO “MANUAL JURÍDICO DE HETEROIDENTIFICAÇÃO ÉTNICO-RACIAL”?
“A obra de Yuri Costa, Manual Jurídico de Heteroidentificação Étnico-Racial, vem se debruçar detalhadamente sobre questões étnico-raciais, redimensionando os aspectos técnicos e jurídicos que geralmente não são abordados em outros tipos de literatura. Visto deste ângulo, sua contribuição é indiscutível e trará, certamente, novos recortes não apenas aos debates acadêmico-intelectuais, mas também às questões práticas na área de justiça social, na qual alguns profissionais têm poucas informações e até menos consciência crítica sobre a gravidade das desigualdades sociais em nossa sociedade”.
Kabengele Munanga (da Apresentação)
“Yuri Costa presta um serviço que transcende o próprio livro, pois contribui para qualificar o debate público sobre heteroidentificação, hoje frequentemente contaminado por simplificações e pela retórica de que qualquer controle sobre a autodeclaração equivaleria a uma intromissão ilegítima do Estado sobre a identidade individual. O Manual mostra que o problema não está em existir controle, mas em existir controle mal desenhado, sem parâmetros claros e sem garantias procedimentais”.
possui pós-doutorado em Políticas Públicas pela Universidade
Federal do Maranhão (UFMA), doutorado em História pela UNISINOS (Rio Grande
do Sul) e mestrado em Ciências Sociais (UFMA). Graduou-se em História e em
Direito pela UFMA. É Professor Adjunto do Departamento de História da
Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), desenvolvendo estudos e pesquisas
nas áreas de História do Brasil Império, História do Direito, Direitos Humanos e
Questões Étnico-raciais. Professor do Programa de Pós-Graduação em História e
do Programa de Pós-Graduação em Estudos Criminológicos, ambos da UEMA.
Vencedor do Prêmio Innovare, na categoria Defensoria Pública. Foi Presidente do
Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH). É Defensor Público Federal,
titular do 1º Ofício Regional da DPU no Maranhão. Pela DPU, é atualmente
coordenador do Grupo de Trabalho de Políticas Étnico-Raciais; coordenador-
executivo do Observatório Nacional da Violência Contra as Pessoas Negras; e
membro do Fórum Nacional do Poder Judiciário para a Equidade Racial do
Conselho Nacional de Justiça. Autor, entre outras obras, de Justiça infame: crime,
escravidão e poder no Brasil Imperial e Direito étnico-racial: textos para letramento
antirracista (volumes 1 e 2).
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