• Resolução Conjunta 14/2026 CNJ/CNMP — Dispõe sobre a padronização das parcelas indenizatórias mensais e auxílios no âmbito da Magistratura e do Ministério Público • Resolução CNJ 680/2026 — Acrescenta o art. 18-A à Resolução CNJ 135/2011, para estabelecer medidas de proteção à dignidade de vítimas e testemunhas nos procedimentos administrativos disciplinares que apurem infrações contra a dignidade sexual ou violência contra a mulher. • Resolução CNJ 668/2026 — Estabelece a obrigatoriedade de instituição de programa pelos tribunais para aplicação do protocolo integrado de prevenção e medidas de segurança voltado ao enfrentamento à violência doméstica e familiar praticada contra magistradas, servidoras e demais colaboradoras do Poder Judiciário. • Resolução CNJ 669/2025 — Altera a Resolução CNJ 64/2008, que dispõe sobre o afastamento de magistrados para fins de aperfeiçoamento profissional. • Resolução CNJ 654/2025 — Dispõe sobre o processo de vitaliciamento dos magistrados de 1º grau. • Resolução CNJ 650/2025 — Regulamenta, no âmbito do Poder Judiciário, o exercício da docência pelos integrantes da magistratura nacional e a participação de magistrados em eventos. • Recomendação CNJ 168/2026 — Institui o Estatuto da Magistratura Brasileira Interamericana. • Provimento CNJ 193/2025 — Dispõe sobre a fixação do prazo de 120 dias corridos como parâmetro para aferição de eventual morosidade do juízo, a ser observado em âmbito disciplinar e na atividade fiscalizatória das Corregedorias.
INCLUI:
• Alterações no regime remuneratório (ADIs: 6601, 6604 e 6606, Res. Conjunta CNJ/CNMP, 14/2026) • Proteção institucional das vítimas no âmbito disciplinar (Res. CNJ 680/2026) • Processo de vitaliciamento dos magistrados (Res. CNJ 654/2025). • Afastamento para aperfeiçoamento profissional (Res. CNJ 669/2025) • Estatuto da Magistratura Brasileira Interamericana (Recomendação CNJ 168/2026)
POR QUE ESCOLHER O LIVRO “REGIME JURÍDICO-DISCIPLINAR DA MAGISTRATURA”?
A 5ª edição examina as mais relevantes transformações institucionais, normativas e jurisprudenciais relacionadas à magistratura brasileira, especialmente as alterações no regime remuneratório e os reflexos práticos dessas medidas na realidade da jurisdição de primeiro grau. Também aborda os novos mecanismos de proteção institucional das vítimas em processos disciplinares, as modificações no regime de vitaliciamento e formação inicial dos magistrados, além da ampliação das possibilidades de afastamento para aperfeiçoamento profissional mediante utilização do teletrabalho.
Outra novidade é a edição do Estatuto da Magistratura Brasileira Interamericana, marco de aproximação entre o direito interno e o Sistema Internacional de Proteção dos Direitos Humanos. As diretrizes estimulam a observância dos tratados internacionais de direitos humanos, a utilização da jurisprudência da Corte Interamericana de Direitos Humanos, além de reforçarem a compreensão de que o magistrado brasileiro também exerce função de juiz interamericano. Consolida-se, desse modo, o modelo de jurisdição orientado pelo constitucionalismo multinível, caracterizado pelo diálogo entre ordens jurídicas nacionais e internacionais com o propósito de ampliar a proteção dos direitos fundamentais e fortalecer a cultura jurídica voltada à tutela da dignidade da pessoa humana.
Tanto os magistrados em exercício quanto os futuros juízes precisam conhecer, com profundidade, a estrutura, os desafios e a dinâmica da carreira diante das recentes transformações aqui elencadas. A pesquisa mantém o propósito de oferecer análise reflexiva e sistematizada das recentes mudanças que redefinem a engrenagem da carreira, os desafios e as perspectivas de aperfeiçoamento da magistratura contemporânea, diante do compromisso inafastável com a independência judicial e a ética institucional.
Juíza de Direito do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná. Juíza Auxiliar Supervisora da Corregedoria-Geral do Tribunal de Justiça do Paraná (2017/2018). Coordenadora da Academia da Magistratura, Produção Jurídico-Científica dos Magistrados, Projeto Acervus e CGJ Qualifica (2017/2018). Membro do NUMOPEDE Paraná (Núcleo de Monitoramento de Perfis de Demandas) e da Comissão de Vitaliciamento (2018). Organizadora da Jurisprudência do Tribunal de Justiça do Paraná e do Manual de Consultas CGJ (2018). Graduada em Letras Português-Inglês, Jornalismo, Pedagogia e Direito. Doutoranda e Mestra em Direito do Estado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Professora do G7 Jurídico da disciplina “Ética e Estatuto da Magistratura Nacional”. Autora do livro Ética e Estatuto da Magistratura Nacional, em sua 3ª edição, e Julgando a nós mesmos, ambos pela Editora Juspodivm. @lidianerafaelaaraujomartins
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